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Estudantes de Artes Visuais realizam performances no Campus de Abaetetuba

  • Publicado: Terça, 14 de Janeiro de 2020, 21h17

Artes Visuais Abaetetuba

Estudantes do Curso de Licenciatura em Artes Visuais do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR), do campus de Abaetetuba, realizaram, no dia 10 de janeiro, uma série de performances. Os discentes trabalharam temas como: meio ambiente, tecnologia, desconstrução e inclusão. As apresentações ocorreram em diversos pontos da Instituição e atrairam olhares de todos que estavam presentes. A atividade fez parte da disciplina de Performance, ministrada pelo professor Luizan Pinheiro do Instituto de Ciências da Arte (ICA) da UFPA.

“Dentro de todas as linguagens das artes, a performance é uma delas e basicamente trabalha com o corpo e o movimento.  Na primeira parte da disciplina a gente fez um trabalho em grupo para aprofundar o estudo teórico, baseado no livro de Renato Cohen, “Perfomance como linguagem”. Depois fizemos uma série de exercícios físicos corporais, respiração, dicção, movimento, que serviram de preparação para os grupos, para que eles pudessem fazer as apresentações com temas que eles mesmos escolheram”, declarou o professor Luizan Pinheiro.

Temáticas apresentadas - As equipes fizeram apresentações durante toda a manhã e a forma como as performances foram realizadas chamou a atenção de alunos, técnico-administrativos e docentes que estavam na Instituição.

“O homem está sendo dominado pela tecnologia. A gente trouxe celular na boca, no peito, nas mãos para explicar por que as pessoas quando estão com o celular, estão falando menos e interagindo pouco, as pessoas estão dando mais visibilidade à tecnologia, então também foi uma crítica pela forma como usamos essas ferramentas tecnológicas”. explicou a estudante Gleiciane Tavares, que integrou a equipe que trabalhou o tema tecnologia e interações humanas.

Já o grupo que trabalhou a temática das diferenças tentou ressaltar a importância da convivência com o diferente e da tolerância. “No nosso grupo, todos os membros estavam de preto e apenas um de branco. Nós mostramos através da performance que o diferente não é ruim ou mal, ele é existencial, faz parte da vida do ser humano”, afirmou a estudante Ocinéia Xavier.

Texto e Fotos: Giovane Silva – Assessoria de Comunicação do Campus Universitário de Abaetetuba

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